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10 maio, 2011

Resíduos da Contrução Civil - Cuidado com o que você joga nas Caçambas!



De acordo com a Resolução  CONAMA Nº 307, de 05 de Julho de 2002, em seu Artigo 2º, os Resíduos da Construção Civil, são definidos da seguinte maneira:




 
São aqueles que provem de construções, reformas, reparos e demolições de obras de construção civil, e os resultantes da preparação e da escavação de terrenos, tais como: tijolos, blocos cerâmicos, concreto em geral, solos, rochas, metais, resinas, colas, tintas, madeiras e compensados, forros, argamassa, gesso, telhas, pavimento asfáltico, vidros, plásticos, tubulações, fiação elétrica etc., comumente chamados de entulhos de obras, caliça ou metralha



Sobre a Periculosidade dos Resíduos Sólidos:



Resíduos Perigosos (Classe I): são aqueles que por suas características podem apresentar riscos para a sociedade ou para o meio ambiente. São considerados perigosos também os que apresentem uma das seguintes características: inflamabilidade, corrosividade, reatividade, toxicidade e/ou patogenicidade. Os resíduos que recebem esta classificação requerem cuidados especiais de destinação.

Resíduos Não Perigosos (Classe II): não apresentam nenhuma das características acima, podem ainda ser classificados em dois subtipos:

Classe II A – não inertes: Geralmente apresenta alguma dessas características: biodegradabilidade, combustibilidade e solubilidade em água. Exemplos: a maioria dos resíduos domésticos, sucatas de materiais ferrosos e não ferrosos, embalagens de plástico etc..

Classe II B – inertes: quando submetidos ao contato com água destilada ou desionizada, à temperatura ambiente, não tiverem nenhum de seus constituintes solubilizados a concentrações superiores aos padrões de potabilidade da água, com exceção da cor, turbidez, dureza e sabor.

(Essa classificação foi definida pela ABNT na norma NBR10004/2004.)



Ou seja: Quando existe destinação correta, esses resíduos não prejudicam o meio ambiente e não alteram a qualidade potável da água. 

Primeiro vale lembrar que esses resíduos podem (devem) ser reutilizados. Mas, quando não há reutilização, esse material deve ser direcionado à aterros apropriados para receber materiais da construção civil. 

Esse local de destino final dos resíduos Inertes, deve obedecer uma série de parâmetros, para que não haja:

- degradação das áreas de manancial e de proteção permanente;
- proliferação de agentes transmissores de doenças;
- assoreamento de rios e córregos; 
- obstrução dos sistemas de drenagem, tais como piscinões, galerias, sarjetas, etc.


Mas, se pensarmos que muita gente desconhece essas metodologias, e ainda não estão em dia com as obrigações que deve ter com seu próprio lixo, vamos ter o seguinte cenário:


O que vemos são caçambas destinadas à resíduos da construção civil recebendo entulho reciclável e orgânico. E pra onde vão esses resíduos? Vão, misturados com os resíduos Inertes, para os aterros específicos de materiais de demolição e construção civil.

Além de gerar grande problemas ao solo e água do local, afetam a população da região pois podem facilitar a proliferação de vetores e ainda, diminuem consideravelmente o índice de reciclagem.

Algumas Empresas (eu disse: algumas), que prestam o serviço de coleta e que se responsabilizam pela destinação desse resíduo, fazem a separação dos materiais em pátios, para depois enviar ao aterro somente os materiais inertes.

Mas isso significa: dinheiro, mão-de-obra e tempo. E sabemos que nem todos possuem responsabilidade sócio-ambiental nesse sentido.


O que podemos fazer?

- Denunciar irregularidades na Prefeitura Municipal;
- Exigir um Plano Integrado de Gerenciamento de Resíduos;
- Conferir o local de destino dos resíduos, a fim de saber sobre as condições em que se encontra.
- Implantar uma Política de Educação Ambiental no município;
- E, principalmente não jogar nenhum tipo de resíduo que seja reciclável ou prejudicial ao meio ambiente, nas caçambas.

É, se controle quando estiver com uma garrafinha de água na mão e avistar uma caçamba de entulho. Espere por uma lixeira adequada para descartar SEU resíduo.


Educação Ambiental, é disso que precisamos!

26 abril, 2011

Reutilizando: Porta-lápis de latinha

Olá pessoal,

Vejam só que ideia bacana, pra reaproveitar aquela latinha de achocolatado que iria pro lixo.
Bom, vocês vão perceber que não levo muito jeito pra coisa mas... espero que gostem!! 



1) O que vamos precisar: 


- 1 latinha de achocolatado limpa
- Cola branca
- Tesoura
- Revistas velhas

2) Recorte algumas gravuras das revistas e cole na latinha de forma aleatória. (Eu deixei o rótulo da embalagem por baixo, pra facilitar a colagem. Se você for retirar, passe uma lixa na superfície pra ajudar na aderência das gravuras.)

3) Resultado da latinha personalizada. Você pode colar alguma gravura também na tampa. - Pode servir como um cofrinho!! 




Agora uma dica legal, pra fixar mais as gravuras e dar um brilho na superfície do porta-lápis. É o famoso "grude" que a Vovó me ensinou =)





4 e 5) Faça uma mistura de 2 colheres de  Polvilho com 1 copo de água. Leve ao fogo misturando bem até ficar quase transparente.


6) Esse é ponto ideal do grude, já morno.

7) Com um pincel, espalhe o grude pelas gravuras coladas. Deixe secar por 30 minutos e repita o procedimento. 

8) Viu como dá um brilho especial?? E aumenta a durabilidade, mantendo as gravuras com um aspecto sempre novo!


Obs: Não deixe o grude esfriar muito, pois ele começa a formar flocos e isso criaria uma textura áspera. Mas, se por acaso você deixar esfriar mais que o necessário, volte a panela pro fogo por mais uns 2 minutinhos com um pouco mais de água, e pronto!

Vejam como ficou:



A luz não ajudou muito, mas com a latinha totalmente seca dá pra ver a diferença e o brilho do grude!

É uma dica simples e você não vai gastar quase nada pra fazer. A maioria dos materiais temos em casa e não custam caro.

Um objeto útil, fácil de decorar e que você pode personalizar e deixar com a cara do seu espaço!

Além de tudo isso, você contribui com o meio ambiente, reutilizando materiais que iriam pro lixo.

Mude seus hábitos! Eduque-se ambientalmente. Recicle!

Obrigada, 
até logo!

17 julho, 2010

Reciclagem de óleo de cozinha

O óleo usado em frituras pode ser reutilizado na produção de sabão em pedra, detergente, biodiesel e até mesmo componentes para fertilizantes. Os óleos vegetais são grandes causadores de danos ao meio ambiente se descartados de maneira incorreta. Existem experiências hoje em dia, que mostram que óleo pode ser aplicado como biodiesel de forma eficiente. Sendo que suas propriedades podem trazer benefícios aos motores de veículos. A Agência Nacional de Petróleo orienta que deve ser adicionado ao Diesel, 3% de biodiesel (origem vegetal), para que o impacto da poluição causada pelos combustíveis de origem fóssil seja menor. Essa alternativa ecologicamente correta passou a ser adotada por muitas instituições. Separe em sua casa o óleo de cozinha e procure em sua cidade pontos de coleta desse material. Melhor que descartá-lo na pia, correndo o risco de danificar seu sistema de coleta de esgoto, não é?!

Veja o vídeo disponível no site do Globominas:


                                                            


18 junho, 2010

Papel ecologicamente correto

Já pensou em descartar um papel no jardim de sua casa, e daí alguns dias ter pequenos pés de cravos, salsinha, majericão ou então rúcula brotando dele?
Essa é a moda do "ecologicamente correto". Esse tipo de papel serve como papel de carta, envelopes, convites e outros. O produto contém sementes, que se enterradas e regadas se desenvolvem. “A ideia é de ser um papel que, em contato com o solo, se decomponha mais facilmente no meio ambiente e possa germinar”, conta Valéria Bianchini, coordenadora do Projeto Tear. A instituição atua em parceria com a Prefeitura de Guarulhos, na Grande São Paulo, oferecendo oficinas a pessoas com transtornos mentais. Um dos trabalhos é produzir convites e cartões de visita que contêm sementes.
 Não seria ótimo temperar a sua salada com a salasinha que brotou do papel que você jogou fora?! Essa ideia ja existe a mais de dois anos, e está ganhando a atenção do mercado. Leia mais no site G1 e também no site da Globo Minas.




Fonte: G1 e Globo Minas - Gestão Ambiental.